Avançar para o conteúdo principal

Não Leio Manuais de Instruções!

Não olho para catálogos para escolher pessoas. Gosto de as ir conhecendo aos poucos, devagarinho. Dou-me, ou vou-me dando, conforme os outros se vão mostrando. Confesso que nem sempre o faço no ritmo certo. Por vezes, vou depressa demais. Noutras vezes, devagar demais. Não leio etiquetas. Na verdade, nem as procuro. Não lhes dou importância. Não quero saber se as pessoas são tóxicas ou saudáveis. Há pessoas que, à partida, me interessam. Outras há que não. Mas gosto do mistério, da procura, da descoberta. Às vezes, tenho sorte e encontro gente valiosa, maravilhosa, construo amizades, edifico relações para a vida. Outras vezes, tenho azar e desiludo-me, bato com a cabeça e descubro gente de merda que só me faz mal.
Contudo, prefiro a incerteza a abrir o catálogo e escolher com quem me dar ou, simplesmente, seguir um manual de instruções.

Comentários

  1. Eu gosto de seguir o meu instinto, de receber as vibrações e a energia que cada pessoa transmite. Chama-me maluca!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu também, Tanita! É disso mesmo que gosto: de descobrir as pessoas.
      Deixa lá que já somos duas malucas!
      Bjs

      Eliminar
  2. Sem duvida que sou como tu! É bem melhor assim, conhecermos os outros por nós e não por ideias pré concebidas...

    Beijinho*

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Vá lá, digam qualquer coisinha...
...por mais tramada que seja...

Mensagens populares deste blogue

Estamos a matar a infância das nossas crianças!

Se há cerca de vinte, trinta anos, não se sabia tanto quanto se sabe hoje sobre pedagogia, psicologia ou educação, actualmente este conhecimento é muito mais vasto. Tão vasto que tendemos a instrumentalizar a forma como educamos as nossas crianças.

Olhamos para os nosso filhos e vemo-los como projectos pessoais. Queremos que sejam os melhores e sempre melhores que eles próprios, que estejam sempre a evoluir para que sejam bem sucedidos na vida. É normal, porque independentemente das nossas crenças, queremos o melhor para eles, porque os amamos. Mas esta forma de amar e de os tentar conduzir para o sucesso está a matar-lhes a infância. 
Não são poucas as vezes que ouvimos coisas do género:  "Quero que o Rui seja um óptimo engenheiro";  "Estou a fazer tudo para que a Ana seja a melhor professora que já leccionou";  "O que mais quero é que o André vença no mundo do trabalho como o melhor designer gráfico".
Também dizemos que A ou B tem que frequentar determi…