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Trivial, Meus Caros Pais!

Eu e o pai do J. jogámos muito Trivial Pursuit durante o namoro. 
Ontem, em conversa com o J. chegámos à conclusão que ele já estava preparado para começar a jogar este jogo connosco. 
Pegámos no velhinho Trivial Pursuit Edição Genus e pusemo-nos, os três, a jogar. As perguntas não são muito actuais, por isso fomos dando uma ou outra pista ao J....

Pergunta para queijinho cor-de-rosa do J.: "De que grupo musical, muito apreciado nos anos 70, são êxitos como Fernando, Dancing Queen e Waterloo?"
Pista dos experts, e armados em espertos, em Trivial: É um grupo sueco.
J.- Abba?

E não é que o sacaninha ganhou o jogo?

Trivial, meus caros pais!

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Se há cerca de vinte, trinta anos, não se sabia tanto quanto se sabe hoje sobre pedagogia, psicologia ou educação, actualmente este conhecimento é muito mais vasto. Tão vasto que tendemos a instrumentalizar a forma como educamos as nossas crianças.

Olhamos para os nosso filhos e vemo-los como projectos pessoais. Queremos que sejam os melhores e sempre melhores que eles próprios, que estejam sempre a evoluir para que sejam bem sucedidos na vida. É normal, porque independentemente das nossas crenças, queremos o melhor para eles, porque os amamos. Mas esta forma de amar e de os tentar conduzir para o sucesso está a matar-lhes a infância. 
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