Avançar para o conteúdo principal

Polícias: Essa Escumalha Maldita!

Pegando no caso do polícia condenado a nove anos de prisão pela morte de uma criança que seguia no carro do pai durante um assalto em que este participava (no vídeo abaixo) devo dizer que acho muito bem!



O sacana do polícia não devia estar ali, nem perseguir o desgraçado do ladrão, que não estava a fazer mais do que a cumprir a sua honrosa função de ladrão.
Um homem que tem a coragem de encetar a nobre tarefa de desprover outrem dos seus bens, que são em excesso com certeza, devia receber uma medalha, não um filho morto que o acompanhou apenas para aprender o louvável ofício do pai.
Na minha humilde opinião, o polícia devia era ser linchado em praça pública para aprender a não interromper o trabalho de um criminoso sério. Pensando bem, nem consigo perceber porque é que estas pessoas são autorizadas a andar armadas com pistolas, navalhas, bastões, algemas e afins. A sério, não percebo mesmo! É para andarem por aí a matar crianças filhas de criminosos inocentes? Pior, é para matar os desgraçados dos criminosos? Ou é para andarem a brincar aos cowboys quando não têm nada que fazer e depois, ups, acertam numa coitada de uma pessoa que vem num carro com criminosos que andaram a roubar, violar ou assassinar?

Acho que, neste caso, além da pena de prisão e da indemnização aos quais o polícia foi condenado, o Estado, portanto nós, também devíamos contribuir para indemnizar o coitado do ladrão que, além do filho que levou para o assalto, também perdeu aquilo que roubou, porque um sacana de um polícia que não tinha nada mais importante para fazer, resolveu armar-se em cowboy e persegui-lo com o intuito de o prender. 

E, voltando às armas, estas deviam ser retiradas a esta escumalha policial e oferecidas aos criminosos e aprendizes de criminosos, aquando da sua emancipação, para as usarem na digna carreira que é a do crime.
Sei que é um pouco dispendioso para um Estado pobrezinho como o nosso oferecer uma arma a cada criminoso, mas, vá lá, é só uma ideia que poderia acabar com essa escumalha maldita que não nos deixa andar por aí a assaltar, violar e matar à vontade!

Mensagens populares deste blogue

Facebook lovers

Chegam ao restaurante de mãos dadas como nos tempos em que ele ainda não tinha a barriguinha que lhe força os botões da camisa e ela as duas camadas de base em tonalidades diferentes que escondem os traços que o tempo lhe foi desenhando no rosto.
Ele afasta a cadeira para ela se sentar num gesto que reproduz o cavalheirismo dos filmes românticos de Hollywood. Ela senta-se com olhar meloso, encarnando a personagem feminina da trama, e ajeita a saia que lhe aperta as formas agora mais arredondadas.

Num silêncio premeditado, o frente-a-frente impõe-se. Afinal é dia dos namorados e o romantismo é a palavra de ordem.
O gesto automático tira o telemóvel do bolso da camisa dele que só acaba quando o objecto é pousado sobre a mesa. Está ansioso, mas não quer lhe notem a inquietação. Afinal, é só mais um dia dos namorados.

A voz sai-lhe tão melosa quanto o olhar que ela lhe dirige:
- Estás linda! - semicerra os olhos como que a comprovar a veracidade das suas palavras.
Aponta-lhe a objectiva …

Macacos do Nariz

O J. voltou a perguntar qual era o verdadeiro nome dos macacos do nariz e, uma vez mais, não lhe soubemos responder.
O pai tentou: -Detritos nasais!
Eu tentei: -Fluídos nasais secos!
As nossas tentativas não satisfizeram nenhum de nós três ...  O J. diz: -Temos que perguntar à Drª, como ela é médica deve saber ...
Fiquei a pensar onde poderia encontrar a resposta a esta questão sem ter que perguntar à médica ... 
Consultei a enciclopédia, o dicionário, procurei na net e ... nada, nem a mais pequena referência à designação científica para macacos do nariz ...

Confesso que nunca me tinha passado pela cabeça que os macacos do nariz tinham outro nome ...

As coisas em que este miúdo me põe a pensar ...

Este blogue vai descansar uns diazinhos, mas volta, com a maior brevidade possível!


Ler e escrever

Há uma candura e uma vontade de regressar à infância de quem lê e escreve. Ler, e escrever, vai para lá do que é o real. Leva-nos para um mundo imaginário, conduzido por quem escreve, mas só nosso, tão pessoal. Talvez por isso, ler e escrever sejam estreitos encontros com a solidão...

Quando se lê um livro, mergulha-se numa dimensão à parte. Trilha-se um caminho de ficção e trilha-se outro que só existe no nosso interior. Percorrem-se as dúvidas e as certezas, os sonhos e a realidade, como se fossem sempre tão próximos. Parte-se da fantasia para a existência, sem nunca se sair completamente de dentro de nós.
Ler, e escrever, é uma viagem ao tempo em que a imaginação nos comandava as emoções. É explorar o quarto escuro que nos apavorava ou os jardins que nos deslumbravam. É ir, e não voltar, aos lugares onde nos sentíamos sós e incompletos, mas ao mesmo tempo cheios de desconhecimento, inocência e ilusão.
Ler, e escrever, é um exercício egoísta, em que não cabe lá mais ninguém para além d…

Voo da Paixão

Voámos alto, em noites gélidas que tornámos escaldantes. Voámos tão alto, que pude ver as estrelas e a Lua.
Mas o voo não é interminável e temos que pousar. Pousar para reabastecer, pousar para descansar e para voltar a voar... de novo... uma vez mais...
Quantas vezes o fizemos? Quantas vezes precisaremos de o voltar a fazer?

Se a paixão nos faz voar, o amor faz-nos pousar.