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Apetecia-me Escrever...

Sim, apetecia-me escrever qualquer coisa aqui, mas não consigo. Ando bloqueada, vazia talvez. Por mais que esprema, não sai nada, apesar do turbilhão de emoções em que tenho vivido. Choro por tudo e por nada. Especialmente, por nada. O nada invadiu-me, e ocupou o espaço que estava reservado à minha vontade de criar... de criar qualquer coisa, nada de especial, nenhuma obra de arte, mas aquela vontade de criar por criar, que vem associada às inquietações, às indignações e às sensações boas também. Sabem de qual estou a falar? Sabem, claro que sabem. 
E o vazio... O vazio que se instala a partir do nada é aterrador! Quero sair de mim e ir ali encher-me de qualquer coisa... mas o espaço está todo ocupado... de nada. E não consigo...

Melhores dias virão. Assim espero... 

Imagem DAQUI

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Facebook lovers

Chegam ao restaurante de mãos dadas como nos tempos em que ele ainda não tinha a barriguinha que lhe força os botões da camisa e ela as duas camadas de base em tonalidades diferentes que escondem os traços que o tempo lhe foi desenhando no rosto.
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Num silêncio premeditado, o frente-a-frente impõe-se. Afinal é dia dos namorados e o romantismo é a palavra de ordem.
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Aponta-lhe a objectiva …

Macacos do Nariz

O J. voltou a perguntar qual era o verdadeiro nome dos macacos do nariz e, uma vez mais, não lhe soubemos responder.
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Fiquei a pensar onde poderia encontrar a resposta a esta questão sem ter que perguntar à médica ... 
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Confesso que nunca me tinha passado pela cabeça que os macacos do nariz tinham outro nome ...

As coisas em que este miúdo me põe a pensar ...

Este blogue vai descansar uns diazinhos, mas volta, com a maior brevidade possível!


Ler e escrever

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Quando se lê um livro, mergulha-se numa dimensão à parte. Trilha-se um caminho de ficção e trilha-se outro que só existe no nosso interior. Percorrem-se as dúvidas e as certezas, os sonhos e a realidade, como se fossem sempre tão próximos. Parte-se da fantasia para a existência, sem nunca se sair completamente de dentro de nós.
Ler, e escrever, é uma viagem ao tempo em que a imaginação nos comandava as emoções. É explorar o quarto escuro que nos apavorava ou os jardins que nos deslumbravam. É ir, e não voltar, aos lugares onde nos sentíamos sós e incompletos, mas ao mesmo tempo cheios de desconhecimento, inocência e ilusão.
Ler, e escrever, é um exercício egoísta, em que não cabe lá mais ninguém para além d…

Voo da Paixão

Voámos alto, em noites gélidas que tornámos escaldantes. Voámos tão alto, que pude ver as estrelas e a Lua.
Mas o voo não é interminável e temos que pousar. Pousar para reabastecer, pousar para descansar e para voltar a voar... de novo... uma vez mais...
Quantas vezes o fizemos? Quantas vezes precisaremos de o voltar a fazer?

Se a paixão nos faz voar, o amor faz-nos pousar.