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Onde Acaba o Instinto de Protecção Altruísta e Começa o Egoísta Espírito Protector?

Gostava de saber:

Onde mora essa linha ténue que separa o famigerado instinto protector das mães, da necessidade egoísta de se preservarem ao sofrimento;

Se quando impedimos um filho de fazer alguma coisa que nos atormenta, estamos a impedi-lo apenas por medo do que lhe possa acontecer ou se é também, e principalmente, para nos pouparmos à preocupação que nos invadirá ao deixá-lo;

Se a beleza de ser mãe é assim tão bela como a pintam;

A verdade do sentimento de protecção. Sinto-o tão difuso e tão misturado com outros sentimentos...

O limite da protecção. Até onde nos é permitido ir e a partir de onde se passa a chamar superprotecção.


Eh pá, gostava de saber tanta coisa, que acho que, por muito tempo que viva, nunca vou ter vida que chegue para acumular tanto conhecimento...

Garçon, sai outra vida aqui para a mesa do canto, se faz favor!

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