Avançar para o conteúdo principal

Epá, Será Que Estou a Ficar Importante?




A Benedita, do blogue Aqui me Confesso!..., ofereceu-me este selo, que eu recebo toda contentinha e orgulhosa (pelo selo em si e por me ter sido oferecido por ela!). 
Gracias, Benedita!

Depois de o receber, devo:
  1. Responder às perguntas;
  2. Passar a 10 blogues.
Eu sou: Eu, definitivamente eu!

Gosto Musical: Variado. Gosto de grunge, heavy metal, punk, jazz, música clássica, brasileira, portuguesa, etc. Só não gosto muito de fado (shame on me!), deste tipo musical só consigo ouvir o Carlos do Carmo com real prazer.

Comida: Indiana.

Desenho: O Corto Maltese. Também adoro os desenhos do Keith Haring.

Amores da minha vida: O meu filho, o pai dele, a minha família, a minha égua.

Coisas que não gosto: São imensas, se me pusesse para aqui a enumerá-las vocês nunca mais cá vinham. No entanto, o número de coisas de que gosto é muito maior.

Opinião sobre o panorama sócio-político em Portugal: Rrrrrrrssssss$#"&(%/=)??»)(&&%$#"%!!!!!!!!

O que mais odeio: Gente parva.

Humor: Ahahahahahahahahahah!!!!!!!!

Frases mais ditas por mim: Quem é o menino mais lindo?

Informações pontuais sobre mim:

Nome: Mammy 

Signo: 
Caranguejo

Estás apaixonada? Estou!

Já fugiste de casa? Sim, quando tinha seis anos. Sentei-me do lado de fora da porta de casa, com a escova de dentes em punho, depois de ter dito aos meus pais "Vou-me embora!".

Ris-te de coisas bobas? Rio-me muito, das coisas bobas e das coisas não-bobas, estando incluídas algumas coisas sérias!

Já beijaste na chuva? Já beijei nos lugares mais estranhos...

Já tiveste o coração partido? Sim!

Já partiste o coração de alguém? Talvez!

Estás com saudades de alguém neste momento? Do meu avô!

Já pensaste em matar-te? Já!

O teu cabelo odeia-te? Acho que não. Nunca lhe perguntei...

Tens medo do escuro? Não.

Tens alguma tatuagem? Tenho. E um piercing...

Música: 

Lembraste dele quando ouves uma certa música? Lembro-me dele até no silêncio!

Já foste a um concerto da tua banda favorita? Já!

Qual a tua música favorita? Já disse no selo passado... Mas tenho mais algumas... Por exemplo: Otherside dos Red Hot Chili Peppers.

Cinema e Televisão:

Amas filmes românticos? Gosto, mas não é o tipo de filmes que mais aprecie.

Comédia ou terror? Comédia, só se for muito boa. Terror, nem pensar!

Qual a tua série preferida? Nenhuma.

Qual é o teu filme preferido? Muitos, mas o  Into the Wild é o meu filme, mais pela história do que pela qualidade do filme, apesar desta também ser bem boa.

Literatura:

Gostas de ler? Muito.

Qual foi o livro que marcou a tua vida? Foram dois. O Perfume e A Insustentável Leveza do Ser.

Qual o livro que odiaste ler? Ainda não o li. Quando vejo que não estou a gostar de ler um determinado livro, paro de ler antes de o acabar. 

10 Blogues:

Mensagens populares deste blogue

Marcadores: Capítulo 5

Ana entrou no quarto, sentou-se na beira da cama, acariciou o rosto da mãe e perguntou: - Como te sentes hoje? - Mais ou menos. Agora, não tenho dores. - Ao menos isso... Queres que te traga alguma coisa? - Não, obrigada. Fica só aqui comigo a conversar. - Fico pois! – disse enquanto massajava a mão da mãe para a aquecer. Ana visitava Cármen diariamente. Aparecia geralmente ao fim do dia, porque trabalhava até tarde. Detestava só sair do trabalho depois do sol-posto, especialmente agora que a mãe precisava tanto dela. - Dormiste bem? – perguntou sem lhe lagar a mão gelada. - Sim, tenho a sensação – parou para respirar - que consegui dormir algumas horas seguidas – continuou a custo. Acariciou a mão da filha como se ainda fosse uma mão pequenina que poderia guardar dentro da sua. Observou-lhe o rosto com ternura e articulou as palavras devagarinho: - Filha, nunca mais me falaste do teu trabalho. Como está a correr? Ana resumiu as últimas semanas de trabalho. Falou dos colegas, que ainda não es…

Por entre livros e árvores

Estou sentada no sofá do supermercado junto aos livros.

Incrivelmente este supermercado tem um sofá para quem vê livros. Confesso que sou uma parasita das livrarias, daquelas que lêem muitos pedaços de literatura e raramente compram alguma coisa. Namoro livros durante meses, às vezes anos e só os compro quando já se criou uma certa intimidade entre mim e eles, ou entre mim e os seus autores.
Também compro por impulso, mas é mais raro agora que tenho menos dinheiro para consumismos.

Hoje, levo comigo para o sofá o Lobo Antunes e o Rodrigo Guedes de Carvalho. Vou lendo pedaços de um e de outro. Salto capítulos, reviro os livros e escolho páginas aleatórias na tentativa de entrar nas histórias e nas palavras. Mergulho em parágrafos que me marcam, afundo-me em frases que me fazem eco. Volto à superfície.

Por momentos, desvio o olhar dos livros para perceber o que se passa à minha volta. Entram e saem pessoas do supermercado. Há um homem que passa de guarda-chuva em punho como se fosse uma…

Marcadores: Capítulo 4

Levantou a cabeça. Olhou-me como se fosse pela primeira vez. Senti os olhos a percorrerem-me o rosto. Contornou-me os olhos, a boca, o nariz e parou o olhar para além de mim. É estranha a sensação de nos desenharem com os olhos, vermos-nos estampados na mente dos outros, recortados, colados e redesenhados. Deixamos de ser nós para passarmos a ser uma ideia de nós. Ana desenhou-me, mas abandonou a obra a meio para se colocar a uma distância de segurança. Foi para além de mim e por lá ficou.  - Desculpe tê-lo incomodado. Não devia ter vindo contagiá-lo com a minha tristeza. Estava aqui sossegado a beber a sua cerveja, melhor do que uísque, e vim trazer-lhe tristezas. A minha vida não tem estado fácil… Desculpe-me. É melhor ir-me embora. - Não, deixe-se estar. Estou a gostar de estar consigo. Além disso, não está em condições de ir sozinha para casa. Pelo menos, por agora. – disse-lhe, enquanto observava os dedos que tentavam desfolhar o marcador em forma de flor mais ou menos a meio do li…

Marcadores: Capítulo 1

Sentei-me na mesma mesa do canto. Pedi uma cerveja, acendi um cigarro e fiquei a olhar o mar. A esplanada estava quase vazia. Às três da tarde é normal não haver muita gente por aqui. Está muito calor. É a hora de que mais gosto, porque o vazio do espaço e a paisagem cheia ajudam-me a rascunhar palavras no meu caderninho. Escrevo frases soltas, sem grande nexo, que depois uso nos meus livros. O mar, lá em baixo, no fim da falésia a bater nas rochas e a brisa ligeira, cá em cima, a refrescar-me a mente, libertam as palavras que tenho presas em mim. Preciso de as soltar para voltar ao ténue equilíbrio que me mantém vivo. Trouxeram-me amendoins salgados. Sabem que são os meus aperitivos preferidos para acompanhar a cerveja. Bebo-a com mais gosto e com mais sede. Bebo golos pequenos, o gás faz-me arrotar se a tentar beber de um trago. Por isso, depenico a cerveja, e os amendoins, da mesma forma que sempre depeniquei a vida. Ela surgiu no cimo das escadas que nos leva até à esplanada. Sent…