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Teatro

Isto do teatro tem muito que se lhe diga ... Ou saímos de lá completamente cheios ou completamente vazios ...

Ontem, fomos ver a peça O Apartamento, produzida pela Tenda Produções, no teatro da Comuna.  
Não sei se foi por irmos logo no dia seguinte à estreia e a peça ainda não estar bem consolidada, ou se eu estava com expectativas muito elevadas, mas não me convenceu.

Folheto da peça
Achei os actores demasiado "robóticos", pouco naturais e a faltar-lhes expressividade ...

Na plateia alguns "moranguinhos" assistiam, possivelmente para ver se aprendiam mais alguma coisita, pois um verdadeiro actor tem que passar pelo teatro, nem que seja na cadeira de espectador!

E eu vim-me embora de lá desconsolada e desejosa de ir ver outra peça o mais rapidamente possível para me livrar deste vazio que me invadiu as vísceras ...


A Petra Von Kant que me aguarde, pois brevemente estarei de lenço em punho, pronto para lhe secar as lágrimas amargas ...

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Estudei Gestão Equina numa terra no centro de Portugal.
A escola dividia-se entre uma antiga escola, no centro da aldeia, convertida em internato masculino e salas de aulas e uma herdade a uns setecentos ou oitocentos metros já quase fora da localidade.
Os alunos tinham aulas ora na escola, ora na herdade e seguiam geralmente a pé de um lado para o outro.
Um dia, o Pintas apareceu por lá (já não me lembro bem onde o encontrámos pela primeira vez), um cão talvez arraçado de dálmata, pois era branco com pintas negras.
Deram-lhe o nome de "Pintas", mas havia quem o chamasse de "Beethoven". Na verdade, podiam chamá-lo como quisessem que o cão reconhecia quando a conversa era com ele.
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