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Mais Um Dia de "Mãe Babada"


Fomos ver o Capuchinho Vermelho ao cinema. O filme é engraçado, sem ser nada de especial! Gostei mais do primeiro ...

A minha "babadice" não tem a ver com o filme directamente, mas com o cinema a que fomos.
O J. sempre se recusou a ir a este cinema, pois tem uns "bonecos feiosos" no corredor que dá para as salas e, hoje, finalmente, conseguimos que ele passasse por eles ...

Foi de mão dada comigo ou com o pai, ou então, agarrava-se, discretamente, ao bolso das minhas calças ... 
Passou ao lado dos bonecos para entrar na sala e depois de ver o filme, teve que passar outra vez ao pé dos deles para irmos embora. 

No final, perguntámos-lhe se ele não se sentia bem por ter ultrapassado o medo e ele disse que sim, todo contente. 

Este meu filho é mesmo um corajoso, o único problema é que a mãe dele fica-se sempre a babar ...

Comentários

  1. E assim vão aprendendo a ultrapassar barreiras...

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  2. É verdade, Felina, devagarinho, eles vão lá... Só não podemos querer que seja depressa demais, senão acabam por dar dois passos atrás depois de darem um à frente...
    :)

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Se há cerca de vinte, trinta anos, não se sabia tanto quanto se sabe hoje sobre pedagogia, psicologia ou educação, actualmente este conhecimento é muito mais vasto. Tão vasto que tendemos a instrumentalizar a forma como educamos as nossas crianças.

Olhamos para os nosso filhos e vemo-los como projectos pessoais. Queremos que sejam os melhores e sempre melhores que eles próprios, que estejam sempre a evoluir para que sejam bem sucedidos na vida. É normal, porque independentemente das nossas crenças, queremos o melhor para eles, porque os amamos. Mas esta forma de amar e de os tentar conduzir para o sucesso está a matar-lhes a infância. 
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