sexta-feira, 10 de julho de 2015

Amor Amor

Onde mora o amor-próprio? 
Da incapacidade em enfrentar o que nos é estranho até à rejeição do todo que o espelho reflecte, onde mora o amor-próprio?
Poderemos amar-nos na cobardia? E num corpo disforme? Amar-nos-emos mais se formos corajosos ou se vestirmos um corpo bonito?
Onde mora esse amor que tantos contornam?
Num cabelo arranjado? Num copo de vinho com amigos? Numa conversa intensa? Nos corpos entrelaçados? Nas unhas arranjadas?

Procura-se esse amor desesperadamente como se ele estivesse longe demais. Nem sempre está. 
Às vezes, procura-se nos lugares errados.

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