sexta-feira, 29 de novembro de 2013

O Som do Teu Coração

O som do teu coração faz eco no meu peito
Tudo em mim dança, quando ele canta
Respiro no seu compasso 
Vibro no seu pulsar
Voo na sua melodia por entre as notas soltas dessa cadência 
Que me faz viva
E me transborda de amor

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Quando É Que Cresce?

Cortei o cabelo. Mais ou menos como o da senhora da foto abaixo. 
Está, talvez, um pouco maior e com menos franja...

DAQUI
O J. não gostou, porque nunca gosta de mudanças, das minhas mudanças.
Disse-me:
- Gostava mais como estava. Quando é que cresce?
- Oh, não sei, nem quero saber. Estou contente com ele assim. Já estava  farta daquela gadelha enorme! - respondi.

Hoje, quando cheguei a casa, disse-lhe:
- Sabes, lá no trabalho toda a gente gostou do meu cabelo. Disseram-me que me ficava muito bem.
- Sabes, mãe, às vezes as pessoas mentem...
- Mentem?! Achas que estou feia?
- Não, acho que estavas mais gira antes.
- Mas estou feia agora?
- Claro que não. Tu és sempre gira.
- Oh, a sério? Nem sempre me acho gira...
- Mas és! Sempre, de qualquer maneira.
- Oh, que querido! Essa frase merece um grande beijo!
Beijei-o.
- Ah, e não é só de qualquer maneira, é também em todos os aspectos!
- Deixa-me dar-te mais um beijinho.
- E não estou a dar-te graxa. É verdade!
- Pois não. Ah ah ah ah! Sabe muito bem ouvir isso.
- É a verdade!

Subir e Descer a Escadaria

Há coisas estranhas... 
Parece-me estranho quem faz manifestações tantas vezes, reivindica direitos, luta com força, e opõe-se, opõe-se e opõe-se ao governo, vir agora "atirar pedras" aos polícias que subiram a escadaria da assembleia, e aos que os deixaram subir. Acham mal os manifestantes polícias terem subido a escadaria da assembleia. Acham mal os outros polícias, que estavam de serviço, os terem deixado subir. Mas enquanto manifestantes já queriam subir a escadaria e já achavam mal as forças de segurança não os deixarem subir. Acho estranho e acho piada ao mesmo tempo. Tem piada as pessoas mudarem de opinião como quem muda de camisa, conforme o sítio onde estão. Se estão em casa a ver as notícias, os polícias deviam carregar carga nos manifestantes e os manifestantes deviam comportar-se civilizadamente. Se estão em frente à assembleia, os polícias deviam ser uns docinhos e deixá-los passar, enquanto se defendem das pedras que lhes atiram, para onde quisessem ir.

E acho piada as massas tornarem-se nas massas que o governo quer que sejam. As massas são amassadas e moldadas e acabam encaixando-se perfeitamente nas formas onde as metem.

Pessoalmente, estou muito contente pelo que aconteceu na manifestação dos polícias. Sinto-a como uma vitória nossa, nossa sim, nossa, de nós, povo.
Ao contrário do que acontece em certas greves, os polícias mostraram-se unidos. Porque os polícias não podem fazer greve, a manifestação e a inacção dos que estavam de serviço, mostrou uma união que não vemos em certas greves, em que uns fazem greve e outros a furam. Não pensem que estou a confundir termos, comparo greve e a manifestação dos polícias propositadamente, porque são acções que requerem união. 
A união e a mensagem que estes deixaram ao governo deram-me uma certa esperança. Primeiro, porque os polícias se mostraram povo acima da profissão que exercem. Segundo, porque os que estavam de serviço e não agiram contra os seus pares e os que subiram a escadaria e a desceram, pacificamente e de livre e espontânea vontade, mostraram coragem, e ambos deixaram o aviso "o nosso poder é superior ao vosso, se nós não os protegermos, vocês estão feitos, por isso não brinquem connosco". 
Ao contrário dos que atiram pedras aos polícias tanto nas manifestações, quanto perante esta manifestação, eu estou com os polícias e acho que devemos agradecer-lhes e apoiá-los nesta luta que travam. Porque, tal como nós, eles são povo e reivindicam direitos que lhes foram retirados, e depois porque termos os polícias do nosso lado, na nossa luta, é uma força que nunca teremos se lhes continuarmos a atirar pedras. Por fim, porque, parece-me, todos queremos uma polícia melhor, com mais condições de trabalho e ordenados condignos.
E aos que dizem "a nós batem-nos e aos colegas permitem chegar ao cimo da escadaria, que injustiça!" só tenho a dizer "lembram-se da uma hora e tal que os polícias ficaram a levar com calhaus antes de baterem em alguém?" e "gostavam que os vossos parceiros de luta, por exemplo colegas de profissão, vos impedissem de reivindicar os vossos, e deles, direitos?"
Parece-me que não. 

Deixo apenas mais esta lembrança a quem já esqueceu : 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Apoio Ao Estudo

A ex-AEC "apoio ao estudo", com a redução das AEC e o alargamento do horário escolar, passou a "disciplina" obrigatória, ou seja, não podemos prescindir dela, ou pura e simplesmente, não podemos deixar de inscrever os miúdos nela.
Na minha triste ingenuidade, pensei que o "apoio ao estudo" seria para ensinar os miúdos a estudar, fazerem trabalhos de casa, uma espécie de sala de estudo onde pudessem fazer revisões e colocar questões a um professor. Mas não. O "apoio ao estudo" serve para as crianças terem mais um bocadinho de aulas e até para trazerem mais trabalhos para casa.
Bela merda me saiu este "apoio ao estudo"!
Se os miúdos já têm pouco tempo para respirar com os TPC das aulas, menos terão com os TPC do apoio ao estudo. Gostava de perceber qual foi a ideia de lhe chamarem "apoio ao estudo" se são aulas iguais às outras. Eh pá, gostava. A diferença está onde? No professor? É só para poder ser dado por um professor diferente? Ou é para fazer os pais pensarem que alguém vai ensinar os putos a estudar?
Já que estou numa de perguntas, este enorme horário escolar serve para quê? Para os miúdos ficarem tão automatizados na cena da escola e das aulas que não tenham tempo nem espaço mental para pensarem sobre as matérias que lhes impingem? É isso? Ou é para o lado criativo e crítico também não ter capacidade de se desenvolver muito e eles se tornarem nuns autómatos totós facilmente manipuláveis?

Ok, ok, sou eu que tenho a mania da conspiração!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ó P'ra Mim Num Recorte Do Sapo!


Cliquem na imagem para verem melhor
esta preciosidade.

O Melhor do Meu Dia

Ouvir o meu homem dizer "apoio-te no que decidires para seres mais feliz".



Deito-me Tarde

Deito-me tarde porque a manhã chega demasiado depressa quando durmo. 
Detesto a manhã de amanhã. Detesto os dias, fechada, sem poder sair dali. Detesto estar ali. 
Os meus passos desejam sempre voltar para trás. Desejam tanto...
Estremeço só de pensar que gasto tanto tempo naquilo. Tanto tempo, contrariada. As nove horas não se gastam. São intermináveis. E repetem-se todos os dias. Todos os dias. 
E o fim-de-semana não chega. Quando chega, esfuma-se num sopro. E tenho de voltar.
Doem-me os dias. Doem-me tanto. É como se tentassem esmagar-me o coração... Encolho o peito para o proteger, mas o aperto vem de dentro. E não passa. E estremeço, e suo, e o estômago sobe-me até à boca. 

Deito-me tarde para prolongar as noites. 
Preciso de noites enormes. Aqui. Se durmo, voam. Quero que os dias ali voem, não as noites aqui. Prescindo de ver o sol se for preciso, mas dêem-me mais noites que dias. Os dias sufocam-me e preciso de respirar. Preciso tanto de respirar.

Deito-me tarde e não durmo. Não posso. 
Vivo com horas de sono a menos. E já não penso. Já não consigo pensar como antes. Tenho neurónios a implodir por falta de sono. E tenho restos de vida por viver, fora dali.

Deito-me tarde para atrasar os dias, os dias enormes e monstruosos, que me destoem as noites.
Aqui.


domingo, 17 de novembro de 2013

A Liberdade Para a Profunda Estupidez

Relacionar-se cheque-ensino com liberdade é tão estúpido quanto querem que sejamos.

"Ai o cheque-ensino vai dar liberdade de escolha às famílias quanto às escolas que querem que os filhos frequentem!" 

Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah!
Repito: Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah!
Liberdade? Onde, onde?
As escolas privadas é que vão ter um maior leque de escolha de alunos que as frequentem. E ainda vão poder subir os preços, porque a procura vai ser bem maior do que a oferta!
Uau, "granda" liberdade, a das famílias! 


" Os pais vão poder escolher as melhores escolas para os filhos!"

Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah!
Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah!
E ainda digo mais: Ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah!
O que é isso de "melhores escolas"?
São aquelas cheias de meninos ricos que roubam, igualzinho aos meninos pobres, mas com a diferença de não precisarem?
São aquelas em que os meninos vivem em falsas redomas de vidro?
São aquelas em que os professores tratam as crianças por "você"?
Ou, ainda, são as em que os miúdos marram conteúdos sem sequer os questionarem, mas que lhes dão altas notas nuns exames feitos para gente que não pensa sobre o que aprende?
O que é isso afinal de "melhores escolas"? Hum?

Os pais não têm de escolher escolas nenhumas, amigos! As escolas, públicas, é que têm de ser todas boas para os pais não terem de escolher nada. Para bastar matricularem os filhos na escola mais próxima da residência, e pronto, estes estarem automaticamente numa boa escola!
Isso sim, é que é liberdade!

Perdermo-nos Por Amor

Perdermo-nos de amor é bom. 
Amar loucamente, embriagarmo-nos de paixão, sorvermos o objecto da nossa loucura como se fosse a última gota de água no deserto e vivermos na inebriante insanidade do amor é o expoente máximo do êxtase amoroso. 
Perdermo-nos de amor não é bom, é mais do que bom.

Perdermo-nos por amor não é bom.
Deixarmos de nos enxergar, desaparecermos no outro, prescindirmos das nossas escolhas, do nosso eu, por um outro, já nem é amor, é despersonalização e obsessão. É triste. É pedinchar um amor inexistente. 
Perdermo-nos por amor é perdermo-nos simplesmente, e não nos encontrarmos mais.

domingo, 10 de novembro de 2013

Há Pessoas Assim

Há pessoas que nos beijam sem nos tocarem
Que nos abraçam e acariciam sem nos chegarem

Há pessoas assim

Que nos entram coração adentro
E por lá ficam

Que a cada gesto nos comovem só por existirem puras
Há pessoas que nos conquistam com o olhar
E nos fascinam
Com o carinho que entregam 
Aos nossos

Há pessoas assim

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mãos

Mãos que se nos agarram à memória

Que nos tocam
Que nos acariciam
Que nos ouvem
Que nos seguram
Que falam
E beijam

Mãos

Foto do sítio do costume

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

"Um Inimigo do Povo"

Ontem, fui ao teatro! Trá-lá-lá-lá-lá!
Depois da peça com o Diogo Infante, Preocupo-me, logo existo, que detestei, nunca mais fui ao teatro e andava meia traumatizadita. Mentira, fui às comemorações dos 10 anos do Teatro Maria Matos que até gostei bastante, mas não me recuperou da tristeza anterior.

Ontem, fui ver Um Inimigo do Povo no Teatro da Comuna e vim de lá de coração a transbordar e de cabeça cheia de interrogações. 
É assim que gosto de vir do teatro, por isso, vim contente. 

O Teatro da Comuna é, definitivamente, o meu teatro! Desde o rapaz que vende os bilhetes, passando pelo bar onde esperamos o inicio da peça, até aos actores, às peças escolhidas e à forma como nos são apresentadas, tudo me agrada por lá.

Esta peça é magnífica. Leu-me os pensamentos quanto às condições deste país e desta sociedade, fez-me questionar que caminhos traçamos e que alternativas temos, pôs-me o cérebro num turbilhão e garantiu-me que estou, ainda, viva. 

Imagem DAQUI
Vão ver, vão ver, vão ver!

domingo, 3 de novembro de 2013

TPC

Já disse aqui que sou contra os trabalhos de casa? 

Ok, não sou contra os TPC na sua essência, sou apenas contra os moldes em que se tecem hoje em dia. 
Virem em quantidades iguais às que vinham no meu tempo de escola primária, contando que os miúdos têm uma tarde ou uma manhã livre para se lhes dedicarem e fazerem as pessoas pensarem que os pais devem ajudar os filhos com os exercícios escolares, fá-los perder todo o poder pedagógico que deveriam ter.

E ler COISINHAS DESTAS ainda me faz odiar mais os TPC.! Não, na verdade não são os TPC que fico a odiar mais (até porque na realidade não os odeio, até os acho muito úteis se os miúdos tivessem alguma hora realmente livre, por dia, para os fazerem), são estas pessoas que pensam exactamente como as querem fazer pensar e que, supostamente, educam alguém.
Se houve um ou dois artigos desta senhora com que concordei parcialmente, foi muito. Este, por acaso até é um deles... Concordo que os pais não devem ajudar os filhos com os trabalhos da casa, mas não pelas razões defendidas por ela. Discordo com todos os argumentos que nos apresenta, detesto a escrita, o conceito, os ideais. Enfim, acho o artigo deplorável!

"Então, porque é que continuas a ler as coisas que ela escreve?", perguntarão alguns. 
Primeiro, porque compro o jornal I todas as semanas. Segundo, porque as leio com a ideia "que raio de bacoradas vai esta senhora dizer desta vez?". 
Há coisas assim, que estão mais próximas do ódio do que do amor e de que gostamos só porque as odiamos. Destilamos veneno quando elas se nos deparam e purificamo-nos por isso. Esta senhora faz-me destilar todas as impurezas que vou acumulando ao longo da semana. Chego ao domingo e destilo-as ao ler os seus belos artigos de opinião. O que escreve é tão execrável que todo o mal que pode haver em mim sai-me pelos poros em segundos.
Qual massagem oriental, qual sauna ou quais bebidas purificadoras? Ler o lixo produzido por ela é muito melhor do que isso! Além de que nos faz sentir pessoas maravilhosas, mesmo que não o sejamos, se nos compararmos com esta gente tão... tão... vá lá, estranha!

Com o presente artigo, fiquei a perguntar-me quem obrigará esta mãe a ajudar os filhos a fazer os TPC e porque lhe é tão doloso lidar com eles (com os filhos, claro, não com os TPC!).
Eu, se ajudo o meu filho nalguma coisa, é porque quero. Não preciso de nenhum decreto-lei para o fazer ou para não o fazer. E não ajudo a fazer TPC porque não concordo que deva ajudar! Ele fá-los sozinho e depois tiro-lhe as dúvidas que possa ter. E tiro-as porque quero, e se não sei, digo-lhe para perguntar à professora. Não são poucas as vezes que ele vai para a escola com respostas em branco. Não sinto qualquer pressão para o ajudar, até porque se sentisse, não o faria. A função da escola é da escola, é ensinar, a minha, como mãe, é amar e educar, não é ensinar matérias de Português, Matemática ou Estudo do Meio. Se lhe ensino alguma coisa da escola é porque quero, porque sei, porque gosto e porque isso também me dá prazer. Também não faço os trabalhos do meu filho. Os trabalhos são dele, não meus. Não me sento ao lado dele para que os faça. Os TPC são para eles fazerem sozinhos e a intenção que fundamenta a sua existência é a do trabalho individual, o da experimentação, o da pesquisa, o da descoberta sem ajudas. Negar isto é aldrabar o sistema. Claro que os portugueses são exímios a aldrabar o sistema, e até há quem faça os trabalhos pelos filhos. Mas neste sector, não sou muito portuguesa. Não gosto de aldrabar. E não ensino o meu filho a fazê-lo, nem que para isso tenha que sofrer as consequências de não aldrabar. Muitas foram a batalhas travadas com algumas auxiliares de ATL por pintarem por ele aquilo que ele não queria pintar nos trabalhos de 1º ano, mas foram batalhas que lucraram na consciência da não-aldrabice e de que "há coisas que temos mesmo que fazer, apesar de não gostarmos".

Não sofro com a "cena" da escola. Nem lhe dou demasiada importância. Na verdade, não lhe dou quase importância nenhuma. E o meu filho tem sido aluno de quadro de mérito todos os anos lectivos. Não lhe dou prendas por isso, não levo os diplomas para mostrar às amigas, não os emolduro ou os colo à parede. Se o miúdo tem capacidades para ser bom na escola, só o convenço a usá-las, tal como o convenço a ser bom em tudo para o que tem capacidades. E orgulho-me de ser bom na escola, claro que orgulho! Tal como me orgulho de ser bom a jogar basquetebol, ou de ter pensamento crítico, ou de ter valores e princípios vincados, ou de ter sentido de humor apurado, ou de colocar dúvidas sobre tudo o que mexe e o que não mexe. Orgulho-me dele por ser o meu filho e por ser a pessoa que é, com as qualidades e também com os defeitos. E ajudá-lo a melhorar, a crescer, é um prazer, não é nenhum martírio.
Claro que há coisas chatas, claro que a relação nem sempre é perfeita, claro que me chateio com ele várias vezes, mas não sinto que a cabeça dele, que o cérebro dele, me seja "emocionalmente" problemática, ou que deteriore a nossa relação, antes pelo contrário, a cabeça dele é o que mais gosto no meu filho e é pela cabeça dele que o educo, que lhe ensino coisas, que o tento preparar para o futuro, pois é o cérebro dele que o vai construir enquanto pessoa. E eu, como mãe, quero ser participante nessa construção, nessa formação, não quero ser uma mera espectadora. Mas também não confundo papéis. Sou mãe, não sou professora, e em matéria escolar a minha participação é limitada ao meu papel de mãe. Ajudo tão só e apenas até onde acho que devo ajudar. Não quero substituir a professora, nem pretendo aldrabá-la. Respeito o seu papel e contribuo no que penso ser correcto contribuir, nada mais, nada menos.

E é por isso que acho que quem diz que "os pais não estão emocionalmente preparados para lidar com o cérebro dos filhos" não está, realmente, preparado para ser mãe ou pai, pois se os pais estão preparados de alguma forma, essa forma é a emocional, porque é ela que os capacita a educar os filhos, é ela que lhes dá as ferramentas para aprender sobre matérias das mais variadas áreas. É esse lado emocional que os faz um pouco, e em simultâneo, cuidadores, pediatras, médicos, professores, psicólogos. Afinal, é o lado emocional que os faz verdadeiramente PAIS!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"Fnac Kids"

Esta semana, veio com a revista "Visão" o catálogo da "Fnac Kids". Abri-o, entusiasmada, a pensar que iria ver um catálogo de livros extenso. Tal é a minha (triste) surpresa quando percebo que de livros só lá há uma percentagem próxima dos 20% e que a maioria é sobre o Natal, menino Jesus, diários de Bananas e afins. Vêem-se por lá alguns jogos didácticos, talvez por engano... Tudo o resto são jogos para consolas, filmes, tablets e telemóveis.

Vou ali pegar na minha nave espacial e voltar para Marte, ok?