sábado, 1 de outubro de 2011

No Nosso Reino

A história do Carro-Explosivo está a mexer, de tal forma, com o cérebro do membro mais pequeno deste reino, que o mesmo passou a achar que tudo explode à mínima faísca.

Enquanto estes míseros servos reais se deleitavam no teatro, o infante ficou sob observação atenta da matriarca-mor, no nosso castelo desassombrado. 

Após o repasto, decide que precisa, impreterivelmente, entrar em contacto connosco a pedir autorização para utilizar o mensageiro electrónico, que dá pelo nome de computador.
A matriarca-mor, como justificação para a impossibilidade de nos contactar telefonicamente, alega que os nossos aparelhos se encontram desligados, devido a ser proibido o seu uso no interior do teatro. 

O infante, decepcionado, demonstra uma preocupação eminente, reflectida num esgar que lhe transfigura o rosto e questiona:

- Porquê? Se o usarem, o teatro pode explodir? E se resolvem fazer lá uns grelhadinhos, explode tudo?

1 comentário:

Vá lá, digam qualquer coisinha...
...por mais tramada que seja...